quarta-feira, 14 de julho de 2010

Na ausência das palavras

Todas as noites dizias-me  “nao te esqueças que te amo.” Eu não esquecia, não esqueço ...
 Sabia bem o que dizias e sabia que eras meu, ou talvez não .
 Com o tempo a frase dita todas as noites tornou-se tão banal que o verdadeiro sentimento desapareceu por entre as almofadas, emborrachou-se no colchão e abafou-se com beijos que ficaram sem correspondência.
Aquelas palavras soavam-me a pouco, não é que quisesse muito mais mas ...






Hoje, que  te tenho na dureza desta ausência, percebo que daria a minha vida para voltar a ouvir-te.
Não sei se é dor, se é falta, se é raiva ... mas sei que o silêncio é tudo o que tenho, que me liga a ti.



Preciso de ouvir-te uma ultima vez.

3 comentários:

  1. não não vi mas estou morta por o ver , não o consigo sacar porque ? e tu viste?

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  2. amo tanto o que dizes :$

    és preciosa !

    pois viste , menina aplicada vai sempre à escola nas ferias :p

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  3. Podemos ouvir sempre tudo aquilo que queremos. Podemos recordar cada momento ... cada palavra ... cada gesto.
    Se quiseres que tudo permaneça igual basta relembrares tudo, todos os dias ,) Nada desaparece se assim não queremos.
    Vou seguir-te (:
    Beijinho, e desculpa a invasão.

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"Tudo o que escrevo não está escrito em livro algum senão no meu, tudo o que sinto não é sentido por mais pessoa senão a minha. Um obrigado do fundo do coração a todos aqueles que fazem deste sonho uma realidade." Bianca D'Sousa